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» » Cuidados com os olhos em brincadeiras juninas devem ser redobrados em época de pandemia

Oftalmologista orienta como manter a saúde ocular durante o isolamento social

 

Apesar do cancelamento das festas juninas e do isolamento social, por conta do avanço da Covid-19, as recomendações para evitar acidentes com os olhos devem ser mantidas. A oftalmologista Adriana Valença, especialista em glaucoma, no Instituto de Olhos do Recife (IOR), alerta que, nessa época de pandemia, todo cuidado é pouco, especialmente na hora de brincar com fogos de artifício e junto às fogueiras. “Mesmo as estrelinhas, bombinhas e os traques de massa podem causar lesões, porque são feitos com pólvora e as faíscas que podem atingir os olhos e causar lesões”, explica a médica.

O calor e a fumaça das fogueiras podem causar ardor, queimação, hiperemia (vermelhidão), lacrimejamento e prurido (coceira) nos olhos. “Se a pessoa tiver algum desses sintomas, deve procurar a emergência oftalmológica e dar início ao tratamento”, orienta a oftalmologista. Outra medida que vale em dobro, nesse período de pandemia, é evitar coçar os olhos. “Mesmo com sensação de arranhão ou corpo estranho, o paciente deve evitar coçá-los para diminuir o mal estar, porque isso por contribuir para piorar o quadro ou contaminá-los com o novo coronavírus”, alerta a doutora Adriana.

Em caso de acidentes, o paciente deve lavar bem os olhos com soro fisiológico, mas se não tiver, pode lavar com água corrente e procurar uma unidade hospitalar oftalmológica de emergência. “O socorro imediato é essencial, para controlar lesões ou traumas na visão, porque uma simples irritação pode evoluir para uma conjuntivite que é porta de entrada para a Covid-19”, aconselha a médica.

CONTROLE – Apesar das restrições impostas pela pandemia, algumas doenças oftalmológicas precisam ser controladas, pois podem provocar piora importante na visão e até cegueira. “Essa é uma preocupação de todo oftalmologista, especialmente com casos de glaucomas avançados, doenças da retina, como retinopatia diabética, das membranas neovasculares exudativas, úlcera na córnea, entre outras”, comenta a doutora Adriana.

                O controle, nesses casos, é essencial. “Por medo de contrair o novo coronavírus, os pacientes estão deixando de ser avaliados pelos seus oftalmologistas, o que é tão grave quanto à própria pandemia, porque pode agravar as doenças oculares e até levar o paciente para a cegueira irreversível”, alerta a médica.

                Segundo a especialista em glaucoma, o paciente deve procurar seu oftalmologista por teleatendimento e, se necessário, ir pessoalmente na consulta. “No IOR, estamos bem preparados para atender os pacientes com todos os cuidados de biossegurança, inclusive no serviço de emergência. Aqueles com patologias silenciosas, como o glaucoma, devem procurar atendimento para manter a doença sob controle”, orienta.

 

Serviço:

 

Dra. Adriana Valença

Especialista em Glaucoma

Instituto de Olhos do Recife (IOR)

Fone: 2122.5000

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