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» » Comunidade do Engenho Parnaso com recursos proprios restauram ruinas de Capela e em breve Cemitério Historicos em Limoeiro

Comunidade de Parnaso em Limoeiro-PE, estão restaurando um patrimônio Histórico que se encontrava em ruinas, que poucos limoeirenses conhecem ou conheciam em nosso município.

A comunidade está a restaurando com recursos próprios a Capela de Nossa Senhora da Batalha, naquela comunidade.

A obra já se encontra em faze de conclusão e deverá ser inaugurada por estes dias. O ex-secretário de Saúde de Limoeiro Dr. Orlando Jorge esteve visitando e vendo de perto o esforço daquela comunidade em soerguer as ruinas da Capela e do Cemitério do Engenho.

O cemitério onde abriga os restos mortais de parte da família Fonseca de Sá Albuquerque, assim como a capela está em ruinas e será restaurado pela comunidade, após a conclusão da reforma da capela.

Ruinas que começa a tomar vida e que com certeza pela história que guarda, poderá em um futuro talvez próximo, ser um ponto turístico da cidade de Limoeiro.

No local além das ruinas do Cemitério existe as ruinas do
Galpão da casa Grande e da Piscina. O seu Heráclito foi o segundo dono da propriedade posteriormente, seu Bartolomeu família dos Ferreira Lima e em seguida vendida ao governo que repassou a comunidade através do INCRA que inclusive já estão totalmente pagas.

Conheçam ou pouco da História deste engenho no meio da zona rural de Limoeiro.

O Engenho Parnaso está situado nas terras do município do Limoeiro- PE. Por volta do ano de 1900, o engenho pertencia e foi construído pelo Coronel da Guarda Nacional - Afonso de Sá e Albuquerque, que o comprou as terras e construiu o engenho para sair da Rota do cangaceiro Antônio Silvino, a rota era pelo Engenho Lagoa Comprida, onde antes residia com seus familiares e, também, de sua propriedade.

No ano de 1904 Afonso de Sá foi nomeado Delegado de Polícia do Limoeiro para combater o cangaceiro e em 15/11/1910, Prefeito da Cidade, para dar continuidade ao combate e administrar a cidade ameaçada de invasão pelo cangaceiro Antônio Silvino desde 1907.

-No ano de 1899 o cangaceiro esteve em Lagoa Comprida, sendo desaforado pelo, então coronel, Afonso de Sá, o cangaceiro pediu-lhe duzentos mil reis e Afonso de Sá mandou-lhe que tinha duzentas balas. De um a dois anos depois o cangaceiro volta lá e invade o engenho houve luta por uma hora de fogo cerrado. Afonso tornou-se o maior e mais ferrenho inimigo rancoroso do cangaceiro.

O cangaceiro Antônio Silvino em sua andança em círculo para fugir dos volantes que o perseguiam, passa por Limoeiro por seis vezes e fixa acampamento por duas vezes, sempre fazendo rota por Lagoa Comprida. No ano de 1912 acampou na Fazenda Cordeiro do então Capitão da Guarda Nacional Antônio Emídio e de lá foi ao Engenho Parnaso, onde houve luta por duas horas de fogo cerrado contra o Coronel e seus jagunços e Antônio Gaiam foi baleado.

No ano de 1912 quando Parnaso foi invadido Afonso era o Prefeito da Cidade do Limoeiro. Afonso de Sá combatia contra o cangaço e o crime de toda espécie no interior do município com suas próprias condições, o Destacamento local resumia-se a cinco soldados, à época. Contudo, foi bem-sucedido.

Houve a promessa de se pôr uma grande imagem de N. Senhora naquele local, que foi levada pelo povo em procissão da Cidade do Limoeiro até o engenho e passaram-se a chamá-la de Nossa Senhora da Batalha, em homenagem aos que lutaram, tendo como palco a frente da igrejinha daquele engenho.

História contada pelo senhor Antônio Fonseca nativo do engenho e parente do fundador.


Ruinas do Cemiterio da familçia Fonseca de Sá


Ruinas da Casa Grande





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