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» » Projeto reprovado semana passada é aprovado hoje depois de mais de trinta dias, os vereadores descobriram que projeto era de matéria simples e não de 2/3

Na tarde desta sexta-feira (09), aconteceu a 8ª reunião da Câmara de Vereadores de Limoeiro. E como tem se tornado rotina no ultimamente no legislativo de Limoeiro, reuniões tumultuadas, hoje foi mais uma delas, após a aprovação do projeto 001/2018, que foi reprovado semana passada.

O fato é que semana passada dia 02 de Março após um mês do projeto 001/2018, do executivo. O projeto e sobre o parcelamento das dividas do Limoprev e outras dividas do município. Após uma sessão cheia de debate hostil e acirrada por parte dos pares daquela casa, ao final da votação foi considerado pelo presidente da câmara Juarez (DEM) rejeitado por 9x6.
Após uma semana, o vereador Zózimo Albuquerque (PRB), entrou com um pedido de modificação no resultado da votação passada alegando que a votação, o projeto foi reprovado irregularmente porque se trata de uma matéria simples e não de uma matéria de dois terço, como entendeu a mesa diretora.

Foram 30 dias que o projeto percorreu na casa professor Agripino de Almeida, dois pedidos de vistas um pelo vereador José Higino e pelo vereador Jairo do Cedro.  Mais só após a derrota naquele momento onde todos pensava ser matéria de dois terço, o Vereador Zózimo (PRB), chegou ao entendimento que não era matéria de dois terço segundo a lei orgânica em seu artigo 56, e sim matéria simples onde, só seria necessários a metade mais um dos votos para aprovar o projeto.

E após o presidente da câmara, colocar para o plenário decidir, se o requerimento do vereador era aceito e modificava o resultado da semana passada, a ata com a modificação do vereador foi aprovada por 9x6 aprovando o projeto de ora reprovado dando o direito do município dividir em 150 meses as dividas do município.

Votaram favoráveis, o presidente Juarez (DEM), Batalha dos Mendes (PSB), Zózimo Albuquerque (PRB), Jairo do Cedro (PSB), Ronaldo Moraes (PCdoB), Marquinho Paes (PTB), Zélia (Podemos), Beto de Washington (Pros) e Baú da Capoeira (PTB).

Votaram contrario. Os vereadores José Higino e Cicil (PP), Luiz Antonio (PTB), Robertinho Galvão e Marcos Sergio (PSD), e Daniel do Mercadinho (PTB).

O resultado foi exatamente ao contrário da semana passada, no momento os professores presentes se levantaram contra os vereadores da base, e gritavam palavras de ordem contra os mesmo. A professora Roseana Travassos era uma das mais irritada e chegou a gritar contras os mesmos.
O presidente Juarez (Dem), deu por suspensa a sessão por algum instante, após a evacuação do plenário reiniciou a sessão, mas apenas com os nove vereadores da situação, já que os seis vereadores da oposição se retiram em protesto a decisão.



O vereador Luiz Antonio chegou a comparar a situação como de antidemocrática, aponto de comparas o momento com o legislativo o de Sucupira, cidade da novela global, onde quem mandava era o prefeito Odorico Paraguaçu. A pergunta é, será que acabou, e foi aprovado o parcelamento em 150 meses as dividas dó município, ou tivemos penas as senas dos próximos capítulos. Pois semana passada o projeto foi reprovado. E uma brecha encontrada pelos vereadores como disse a vereadora Batalha “que eles procurem uma brecha e ponto final” disse o vereador Beto.

Será que foi ponto final mesmo, estamos atentos e prontos para informar há limoeiro e ao mundo, qual será o novo rumo desta historia. E uma pergunta que sempre as pessoas nos fazem, como ficará esta CPI daqui pra frente e porque ainda não começou.

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